Minha viagem a Buenos Aires - Curiosidades

Roseane Mendes



Neste post quero contar minha experiência em Buenos Aires para ajudá-los a se organizar caso esteja pensando em visitar a cidade. Antes de viajar visitei vários sites o que me auxiliou muito, mas ainda assim não foi o suficiente. Então, a primeira dica é: cada experiência é única por mais que você se informe imprevistos acontecerão. Também conversei com algumas pessoas que já estiveram na capital argentina e algumas delas me disseram que 5 dias para visitar a cidade eram suficientes. NÃO. Se você ouviu ou leu algo do tipo, eu arrisco dizer que essa informação no meu ponto de vista é muuuito equivocada. Eu fiquei 7 dias e achei muito pouco. Ficaria mais 7 e ainda teria muito o que ver por lá. 


Estive em Buenos Aires nos dias 14 a 21 de julho de 2018, e achei os preços muito inflacionados. Li em muitos sites e blogs que andar de Uber ou taxi na capital argentina era barato. Eu fiquei hospedada bem no centro e não achei absolutamente nada barato. Nos fins de semanas esses serviços simplesmente dobram de preço. Do meu hotel até Puerto Madero durante a semana pagava aproximadamente ente 86 a 100 pesos argentinos, já no fim semana esse valor era entre 200 a 230 pesos. Da mesma distância paguei 250 pesos em um taxi. 

Durante os dias que antecederam a viagem fiquei acompanhando alguns blogueiros no Instagram que afirmavam que a cotação do peso argentino estava mais favorável no aeroporto que nas casas de cambio. Porém, no dia que cheguei essa informação não procedeu. As casas de cambio na Calle Florida estavam pagando aproximadamente 7 pesos por cada real, enquanto no aeroporto a cotação foi de 6,50. Porém, uma coisa é certa: a cotação no aeroporto estava melhor que no Brasil. Eu não troquei nenhum só peso aqui no Brasil.

No aeroporto pedimos um Uber, mas perdemos porque o ponto de encontro não é tão fácil de encontrar e os motoristas lá não esperam. Pedimos um taxi fora do aeroporto, ou seja, não era daquelas empresas que ficam ali nas saídas dos terminais. No ponto do taxi negociamos com um rapaz o valor de 750 pesos argentinos, porém quando já estávamos dentro do taxi a caminho do hotel o motorista nos cobrou 840 pesos. Ele alegou que era dos dois pedágios que seriam pagos durante o caminho, porém o rapaz com quem negociamos disse que já estava incluído o valor dos pedágios no preço de 750 pesos. Ou seja, começamos já sendo enganadas. 

A comida na argentina não é uma culinária diferente não. É bem basiquinha, e para mim que sou mineira eu diria que perde muito para a culinária brasileira. O único corte de carne que realmente achei bom foi o bife de chorizo, os outros são ok. Os restaurantes famosos em Puerto Madero para mim pareceram ok. Não achei que valeram quanto custaram não. Mas, ainda assim recomendo pela experiência e para você voltar implorando por um churrasco gaúcho rsrsrsrs. 

Definitivamente, Buenos Aires não é mais um lugar para brasileiros fazerem compras. Achei tudo mais caro. Quando eu fazia a conversão, muita coisa estava mais cara lá. Mas, comprei vinhos. Esses sim valem a pena. Trouxe as 12 garrafas  permitidas pela empresa aérea. Também trouxe alfajoes, exceto Havana, este é melhor comprar por aqui mesmo. Depois farei um post das minhas compras. Só comprei o que era típico. 

O mês de julho é bem frio por lá, então leve roupas térmicas e se prepare com camadas e mais camadas de roupas. Outra coisa, lá meteorologia  parece não falhar. Se a previsão do tempo diz que vai chover, chove. Pelo menos foi assim os dias que estive por lá. 

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