quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Na cabeceira: Cinquenta tons de cinza

Por Rose

Pois é, meninas... eu não resisti. Embora eu não seja fã desse tipo de literatura, devo confessar que me obcequei pelo livro. Melhor dizendo: me obcequei pelo Christian Grey.

Durante as primeiras páginas devo confessar que achei o personagem muito bizarro, e até me perguntei porque estava fazendo tanto sucesso com a mulherada. Mas, com o passar da leitura Christian Grey se revela o homem dos sonhos.

Anastásia Steel conhece ao multimilionário Christian Grey durante uma entrevista para o jornal da faculdade. A atração entre eles é instantânea, a partir daí começa uma história repleta de paixão.

O livro é cheio de clichês, mas mesmo assim a leitura prende. Até porque sabemos que nosso personagem dos sonhos tem suas "cinquenta sombras", que não sabemos a origem. Desconfiamos que Christian é um homem atormentado, mas não sabemos que traumas são esses.

Quanto ao valor literário da obra, não vou entrar no mérito. Não é um livro de valor estético literário, mas se o que você quer é uma leitura fácil e um pouco de fantasia... vá enfrente.

Beijim

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