quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sofá e pipoca: Amor e inocência (Becoming Jane)


Por  Rose

“Afeição é desejável. Dinheiro é indispensável”. A história de Amor e Inocência é parte da biografia da escritora inglesa Jane Austen. Na sociedade inglesa de 1705, na qual viveu a jovem Jane, o casamento por amor era só para os tolos e transgressores. O dinheiro era o principal motivador para o matrimônio. A jovem Jane desejava muito mais que riqueza e posição social, ela desejava um casamento por amor.

Jane conhece o jovem irlandês Tom Lefroy, um estudante de direito bonito, inteligente mas com um defeito: era pobre. Ambos de personalidade marcante se conhecem e depois de muitos encontros fortuitos se apaixonam. Jane é pedida em casamento por um jovem herdeiro de uma fortuna considerável, mas o recusa. Enquanto isso o Sr Lefroy é totalmente dependente do tio, que se põe contra terminantemente a casamento com a jovem Jane.
Ambos tentam seguir enfrente. Lefroy fica noivo e Jane aceita o pedido do jovem Wisley, mas o amor continua. Então eles decidem fugir, mas a fuga para aquela sociedade significa uma ofensa as famílias e os fugitivo são renegados para sempre de suas posição social.


Amor e inocência foi baseado na vida da escritora britânica Jane Austen, autora de Orgulho e preconceito, Razão e sensibilidade, Emma, Mansfield Park, Persuasão e um outro que não me lembro o nome no momento. Ao todo foram seis romances de sucesso.

Há uma fala no filme que parece marcar bem a personalidade de Jane e se vcs já leram algum livro dela perceberá que faz parte da personalidade de suas personagens. A fala é a seguinte: “Se por acaso uma mulher tiver alguma superioridade, por exemplo, uma mente profunda. Melhor mantê-la em profundo segredo. O humor é bem apreciado, a inteligência não. A inteligência é a qualidade mais traiçoeira de todas”. Antes que vcs achem que o problema está na receptividade masculina, explico que no filme não faltaram homens apaixonados pela mente profunda de Jane. A traição estava no olhar que ela lançava sobre eles.
Bem! Vou terminar o post por aqui porque ele está ficando longo, e se deixar, vou escrever páginas e mais páginas. Há tanto que comentar sobre esse filme. Assistam vale à pena.


PS: Leiam as obras dela. Ela é uma das poucas escritoras que falam do feminino sem nos colocar transgressoras demais ou vítimas demais. Eu simplesmente amo, das seis li três.







Um comentário:

  1. Adorei esse filme! Além disso, adoro o James McAvoy! ele é lindo e ainda atua muito bem! ele fez um dos filmes que eu mas acho doido no mundo: o último rei da escócia! recomendo d+!

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