Sofá e pipoca: Amor e inocência (Becoming Jane)


Por  Rose

“Afeição é desejável. Dinheiro é indispensável”. A história de Amor e Inocência é parte da biografia da escritora inglesa Jane Austen. Na sociedade inglesa de 1705, na qual viveu a jovem Jane, o casamento por amor era só para os tolos e transgressores. O dinheiro era o principal motivador para o matrimônio. A jovem Jane desejava muito mais que riqueza e posição social, ela desejava um casamento por amor.

Jane conhece o jovem irlandês Tom Lefroy, um estudante de direito bonito, inteligente mas com um defeito: era pobre. Ambos de personalidade marcante se conhecem e depois de muitos encontros fortuitos se apaixonam. Jane é pedida em casamento por um jovem herdeiro de uma fortuna considerável, mas o recusa. Enquanto isso o Sr Lefroy é totalmente dependente do tio, que se põe contra terminantemente a casamento com a jovem Jane.
Ambos tentam seguir enfrente. Lefroy fica noivo e Jane aceita o pedido do jovem Wisley, mas o amor continua. Então eles decidem fugir, mas a fuga para aquela sociedade significa uma ofensa as famílias e os fugitivo são renegados para sempre de suas posição social.


Amor e inocência foi baseado na vida da escritora britânica Jane Austen, autora de Orgulho e preconceito, Razão e sensibilidade, Emma, Mansfield Park, Persuasão e um outro que não me lembro o nome no momento. Ao todo foram seis romances de sucesso.

Há uma fala no filme que parece marcar bem a personalidade de Jane e se vcs já leram algum livro dela perceberá que faz parte da personalidade de suas personagens. A fala é a seguinte: “Se por acaso uma mulher tiver alguma superioridade, por exemplo, uma mente profunda. Melhor mantê-la em profundo segredo. O humor é bem apreciado, a inteligência não. A inteligência é a qualidade mais traiçoeira de todas”. Antes que vcs achem que o problema está na receptividade masculina, explico que no filme não faltaram homens apaixonados pela mente profunda de Jane. A traição estava no olhar que ela lançava sobre eles.
Bem! Vou terminar o post por aqui porque ele está ficando longo, e se deixar, vou escrever páginas e mais páginas. Há tanto que comentar sobre esse filme. Assistam vale à pena.


PS: Leiam as obras dela. Ela é uma das poucas escritoras que falam do feminino sem nos colocar transgressoras demais ou vítimas demais. Eu simplesmente amo, das seis li três.







Comentários

  1. Adorei esse filme! Além disso, adoro o James McAvoy! ele é lindo e ainda atua muito bem! ele fez um dos filmes que eu mas acho doido no mundo: o último rei da escócia! recomendo d+!

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